sexta-feira

8º Poema

A SABEDORIA DO SABER

Mocho, tão pálido estás,
Nesse jardim adormecido
Mesmo bem lá atrás
De um banco envelhecido.

Mocho, diz-me tu então
Que consegues observar,
É o amor dessa tua multidão
Ou a luz desse teu olhar?

Mocho, já descobri o teu segredo
É com a chuva de S. Pedro
Que consegues sugar
A inteligência do teu ser

Que brilha muito, a meu ver. (Helena&Patrícia - 3º Comércio)

7º Poema

O verde da esperança
Que simboliza a aliança
Entre o pensamento de querer
E a ação de o fazer.

O vermelho do amor
Que demonstra a dor
De uma grande desilusão
Ou de uma grande paixão.

O azul do céu
Que parece um véu
E pela sua infinidade
Representa a saudade.

(Rita Ferreira&Patrícia Machado - 3º Secretariado B)

6º Poema

Pedra que estás aí ao alto
Coberta por um invisível manto
Perdura em ti um grande conhecimento
Que muitos esqueceram no tempo.

Por dinheiro, amor ou verdade
Lutaram com grande vontade
E tornaram-te um monumento
Desta bela cidade.

 (Ana Castro&Paula Costa&Tânia Pinto - 3º Secretariado A)

5º Poema

PAÍS

Verde é esperança,
Que deve ficar no coração
Vermelho é o sangue derramado,
E no azul fica toda a história
Enterrada no mar. 

Ó Portugal,
Sítio de paz
No branco do seu esplendor
Nunca desististe de nós, 
Por isso te devo muito amor.

Honrados estamos
Por isso glorificamos
Mas sem a nossa bandeira de pátria
Nunca ficamos.

Estátuas erguemos
Feitas cá dentro ou lá fora
Que muito significam e representam
Pelo mundo fora.

País escondido
Às portas do Atlântico 
Nas pontas da Europa 
O mar dominamos. 


História muita temos 
Vitórias algumas tivemos 
Memórias com elas ficaremos. 


Assim se resume Portugal 
Pequeno em tamanho 
Mas muito ainda por dizer... 


(André&Clara&Vera - 2º Informática de Gestão)

4º Poema

Ângelo foi quem a desenhou
De muitas formas e maneiras
Num labirinto ele se inspirou
Tentando relembrar as suas brincadeiras
Que o tempo mudou.

 (Tânia&Julieta - 2º Comércio)

3º Poema

ALÉM

No silêncio de um jardim
Os alicerces de um amor sem fim
Concentro a beleza do engenho e arte
A imagem calada que faz parte

Por momentos esquecidos na escuridão
Uma luz se encandeia no coração
Procuro o que outrora perdi
Mas que achei a entrada que não esqueci

Sob o olhar castigado
Sob o vento apertado
Sinto-me então algemado

O amor é uma chave que deve perde-se
Que luta por esconder-se
Para na memória escrever-se

(Cátia Pacheco&Vitória Neto - 1º Comércio)

2º Poema

O PRESENTE

Metal negro,
Negro como a escuridão,
As tuas formas Transparecem continuidade e ritmo...
O dia a dia de cada um...
Será assim, ou não?

(Carlos Alves&João Ribeiro - 1º Informática de Gestão)